terça-feira, 21 de outubro de 2008

CAMPANHA PUBLICITÁRIA


Campanha de mídia contra o estupro de ONG sul-africana.

"Se você precisa forçar, é estupro"


Este anúncio interactivo foi criado pela Lowe da África do Sul para a POWA - People Opposing Women Abuse, uma ONG que luta contra o abuso das mulheres. Uma ONG que luta contra o abuso sexual de mulheres. Quando o leitor tenta folhear a página, percebe que as folhas estão coladas. É possível ver apenas parcialmente que há uma imagem de pernas femininas sob um lençol. Ao puxar a folha, o adesivo vai cedendo e rasgando a página. Aí, sim, é possível enxergar e entender o reclame. Uma mulher nua deitada de pernas abertas e abaixo o título: "If you have to force, it's rape”. Batizada como Force, a peça gráfica foi premiada com um Leão de Prata no Festival de Cannes 2003 e com Prata no Clio Awards 2004.

Ana Cristina Diniz

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Oie.... tá rolando um concurso de campanha pp nesse blog:
http://clickaqui.agenciaclick.com.br/group/talentoclick

dêem uma olhadela...

ah, lembrando que dêem não é mais dêem ... agora é deem... rsrsr (se é que deem escreve assim)... rsrs

www.dpto.com.br

Novas regrinhas de gramática..

bjos...suerlen

sábado, 4 de outubro de 2008

Por Favor,

Alguem poderia me informar, 
qual a materia que vai cair na
prova do Alexandre???

Elvira Matilde



Essas são peças que fizemos no trabalho de produção gráfica.

A grife tem um ar de irreverência e alegria. Seus tecidos são leves e coloridos com estampas que lembram desenhos feitos a mão. O nome da marca é uma homenagem feita a avó de Gabriela Demarco (estilista) que foi quem a ensinou algumas coisas de costura.

Suerlen Katrink

domingo, 28 de setembro de 2008

propaganda brasileira

HISTÓRIA DA PROPAGANDA BRASILEIRA
A História da Propaganda Brasileira surgiu bem antes dos nossos atuais “reclames”.
Em meados de 1800, data marco da história da propaganda brasileira, a televisão não existia.
Da sua origem até os dias de hoje a propaganda passou por importantes e grandes mudanças acompanhando as necessidades mercadológicas que revolucionaram o mercado publicitário.

No Brasil, a propaganda está no sangue. Mascates, ambulantes e tropeiros foram os primeiros vendedores, pioneiros das vendas por telefone, catálogos e Internet. Com chuva e sol, calor, subindo rios e montanhas, atravessando matas, de barco ou em lombo de mula, a mercadoria era entregue nas mãos do freguês. Naquela época ninguém era cliente, era freguês mesmo.
O sistema, eficiente, prosseguiu até a década de 50. Por meios de transporte mais modernos, bolsas, tecidos importados, coisas da China e da Ilha da Madeira eram levados aos lares brasileiros onde donas-de-casa, as maiores consumidoras do País, compravam em sistema de crediário em que valia a honra e a palavra. Nada de SPC. No Brasil colonial, a propaganda de boca mostrou ser tão eficaz quanto panfletos colados nos postes ou nas portas, que faziam a glória ou a ruína de qualquer um.
E é com Tiradentes, com seus panfletos, seus cartazes e seus "santinhos" que o Brasil conhece a primeira campanha política para a Independência. Sem a força da TV, do rádio, sem "marqueteiros" e sem saber o que era Comunicação, Tiradentes e suas idéias chegaram a todos os lares brasileiros. No final, o Brasil levou a melhor: o político foi enforcado mas o País se tornou independente.
.No início do século, o Rádio revoluciona a vida brasileira. O rádio trouxe os jingles, a imaginação e o sonho para a vida brasileira. Ouvir "Jerônimo, Herói do Sertão" ou o "Direito de Nascer" pelo rádio foram experiências, segundo nossos avós, fascinantes. E a voz lânguida da mocinha, que todos imaginavam linda, loura e usando Pond's? Estamos no início dos anos 50, época da Rádio Nacional, dos programas de auditório, das disputas de Emilinha e Marlene e dos Fãs-clubes organizados, apelidadas pelos cariocas de "macacas de auditório".
Com o videotape, muda a televisão, mudam os comerciais, muda a propaganda. A "Idade da Inocência" ou Anos Dourados, como eram chamados os anos 50, foram varridos pela pílula anticoncepcional, pela revolução sexual, pela guerra do Vietnã, pelos hippies, maio de 68 e pela contra-cultura. Esses sim, para quem viveu, foram os anos dourados. Sem Aids, sem medo de engravidar, sem lenço nem documento.
Nos anos 70, entretanto, deu-se também o boom das telecomunicações e da Comunicação, profissionalizando um mercado criativo mas amador. As rádio FM conquistam um público impressionante. Via Embratel, a TV a cores muda mais uma vez a propaganda. Na mídia impressa, o off-set e rotogravura abrem caminho para o padrão de qualidade na propaganda.
Até o final dos anos 80, a propaganda brasileira passa por várias transformações: as duplas de criação que surgiram nos anos 70 passaram a trabalhar em equipe, numa espécie de agência sem paredes, que integrou Mídia, Planejamento e Criação..
Cinco séculos de propaganda são cinco séculos de Brasil. Um registro de nossos produtos, hábitos e comportamento. Um registro da moda, da política e da economia. Cinco séculos de história e sonhos, refletidos em panfletos, cartazes, jingles, anúncios e comerciais. Cinco séculos de idéias, bordões e personagens que invadem o cotidiano. E que contam, a seu modo, a vida e a História do povo brasileiro. "postado por Edmar PPN3 curiosidades interesantes valeu galera...